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A experiência de disputar, com o "bondade branca", o Prêmio Candango de Literatura

Autora da Terra Redonda Editora relata sua participação no evento de premiação, dia 30/10/2025, após ter seu romance classificado entre os semifinalistas.


Gabriela Tunes



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Estive lá, mas o @premiocandangodeliteratura não veio para mim. Não foi propriamente uma surpresa. Afinal, fácil eu sabia que não seria.


Eu estava exultante, me senti uma Fernanda Torres em meio a todo o clima da premiação. Esse sentimento permanece em mim hoje ainda. Fazer parte desse rol de finalistas é um apogeu na minha trajetória como escritora. Eu tô felizona.


Agradeço demais ao @premiocandangodeliteratura por ter me dado a oportunidade de ser lida pelos jurados, por ter carimbado um selo de finalista ao meu primeiro romance, o que me é extremamente valoroso. Obrigada demais por tanto e parabéns pela excelente condução de todo o processo. Foi tudo muito legal, ao menos para mim.


Agradeço imensamente também a todos que contribuíram comigo nesse livro que tantas conquistas tem me trazido: @terraredondaeditora por ser tudo o que ela é, o planeta dos sonhos da gente; @sergioalli1 por todo apoio, revisões, respeito, amizade, carinho, competência e mais; @pri_calado pela revisão com critério e profundo respeito; @debaixodosipes pelo prefácio que amo; @veridianamagalhaes pela capa linda; @sergioluizpapi pela diagramação. Sobretudo, agradeço a todos os leitores desse livro. Obrigada demais ❤️



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(Quem quiser ler, tenho exemplares para vender)


Agora, uma reflexão:


Não ter levado o prêmio faz parte do jogo. Só não perde quem não joga. Se tem algo que a natação me ensina diariamente é a perder. No esporte, perdemos muito mais do que vencemos. Até os mais vencedores perdem muitas vezes. É assim que é. Nesse prêmio, nadei na raia 8 (na natação, a raia 8, na final, é aquela do atleta com o pior tempo nas etapas classificatórias). A raia 8 é muito desafiante, difícil, quase impossível, mas ela oferece uma chance. Se, na natação, a raia 8 pode virar, imagine na literatura, que não se apoia na precisão dos cronômetros… Eu AMEI ter tido essa chance. Foi mágico e especial. E tenho certeza de que o resultado foi justo. Estar entre os finalistas, sendo isso justo, é espetacular para mim.


Enfim, esse acontecimento todo na minha vida me deixou animada a escrever meu próximo romance. Quem sabe cavar outra chance. Sinto que tenho caminhos legais a trilhar.


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Gabriela Tunes é parceira da Terra Redonda Editora, autora do conto "A quarentena reversa", na coletânea "Contos da Quarentena" (2020); e dos livros "Máscaras no Varal" (2022), "Bondade branca" (2024) e "Tucanuçu" (2025).

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